
Foi decepcionante ler na Folha, jornal tido como a referência do país, a seguinte manchete: “Polícia ocupa morro do alemão”. Uma manchete quadrada, sem criatividade e que afirma o óbvio, pois no dia anterior tínhamos sido bombardeados pelas imagens da ocupação do morro. Mas não foi apenas a Folha.
Alguma coisa, então, deve diferenciar o jornalismo impresso. Ele não pode cair na mesmice de afirmar o que foi tão evidente e tão comentado. O jornalismo deve se dar conta de que convive com uma imensidão de informações e novas formas de compartilhá-las. A criatividade, nesse contexto, é fundamental.
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