Conforme podemos saber pelas cartas de Pier Paolo Pasolini aos 21 anos para o seu amigo Franco Farolfi, a entrada da Itália na II Guerra afetou profundamente o cineasta, com a juventude morta em combate, preocupado com o destino de seu amigo de liceo, Hermes Parini, feito prisioneiro na Rússia, e angustiado pelo seu pai militar que se encontrava em serviço.
Ainda, seu irmão, Guido, de quem era muito próximo, e que era membro da resistenza, morre na guerra, vítima de um partisan iugoslavo.
Um dos acontecimentos decisivos para Pasolini foi a oferta da editora Garzanti de uma remuneração fixa para a escrita de um romance e com o cargo de assistente cinematográfico por convite de G. Bassani, em 1953. Nos anos 1950, publica três coletâneas de poesias, La meglio giuventù (1954), Le ceneri di Gramsci (1957) e L'usignolo della Chiesa Cattolica (1958).
Entre os filmes mais reconhecidos de Pasolini, "As mil e uma noites" (1974) Ganhou o Grande Prémio do Júri no Festival de Cannes. Além dele, há filmes como Decameron, Teorema, Salò ou os 120 Dias de Sodoma, por exemplo.
Pasolini: the spirit and the fight against oppression
There is no denying the importance of Pier Paolo Pasolini for the history of cinema. Born in Bologna in 1922, Pasolini was a filmmaker, poet, writer and painter. He was the son of the military man Carlo Alberto Pasolini (1892–1958) and Susanna Colussi (1891–1981), a Friulian primary school teacher.
As we can learn from Pier Paolo Pasolini's letters to his friend Franco Farolfi at the age of 21, Italy's entry into World War II had a profound effect on the filmmaker, who was killed in combat as a young man, worried about the fate of his high school friend Hermes Parini, who had been taken prisoner in Russia, and worried about his father, a soldier who was

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